Comunidade de Electricidade
Criado Instituto Português de Energia Solar
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- Publicado em terça, 31 janeiro 2012 22:55
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Foi hoje oficialmente criado o Instituto Português de Energia Solar (IPES), organismo que pretende contribuir para a projeção e o desenvolvimento deste sector no país. O Instituto é um projeto da Universidade de Évora (UE) em conjunto com outras entidades e visa impulsionar atividades de investigação e desenvolvimento relacionadas com a temática da energia solar, bem como proporcionar projeção e orientação estratégica à mesma indústria.
Segundo Manuel Collares Pereira, diretor do IPES, no que toca às energias renováveis, a energia solar é aquela que "tem maior potencial de utilização", embora "infelizmente" seja precisamente a "que ainda não estamos a explorar a fundo". "Nós temos, de facto, uma situação privilegiada nesta área do solar e temos competências. O solar vai desenvolver-se no mundo inteiro e há uma oportunidade excelente para o país", frisou à agência Lusa o também titular da Cátedra BES - Energias Renováveis da UE.
Collares Pereira acrescentou que o Instituto quer mais atenção do Governo para o sector. "É preciso ajudar o Governo a definir uma política energética que dê espaço para estas tecnologias" da energia solar, defendeu, para explicar que o IPES pretende dar o seu contributo, nomeadamente, propondo ao Governo ideias concretas que, na prática, impulsionem essa indústria.
Fomentar novos produtos
O IPES, cuja escritura pública de constituição foi hoje assinada, é liderado pela Universidade de Évora, que possui 27% do capital inicial, que ronda os 60 mil euros. O organismo integra mais 19 associados fundadores, entre instituições de investigação científica e empresas ligadas à área, mas está disponível para agregar todas as entidades nacionais que estejam interessadas.
O diretor do instituto sublinhou que, através desta parceria, a ideia é fomentar "novos produtos, novas maneiras de explorar tecnologia que existe, eventualmente, até novas tecnologias e provocar oportunidades para haver demonstrações tecnológicas". "Se eu quiser ser exportador de uma tecnologia, se eu próprio não for utilizador dela, tenho pouca credibilidade quando quiser convencer os outros, de outros países, a fazerem o mesmo. Portanto, tudo isso tem que ser desenvolvido", sustentou.
A energia solar tem inúmeras aplicações, para além do fotovoltaico, realçou, exemplificando que pode ser utilizada para aquecimento e climatização na indústria ou para fazer combustíveis, o que tem impacto nos transportes, mas isso exige "mais investigação", que o IPES quer estimular. "Existem muitas competências nesta área no país e é bom poder juntá-las e potenciar uma indústria que seja capaz de exportar, quer conhecimentos, quer tecnologia, quer mesmo equipamentos", garantiu.
Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/criado-instituto-portugues-de-energia-solar=f702253#ixzz1l4yNotVJ
T-shirt transforma som em eletricidade
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- Publicado em sábado, 28 janeiro 2012 21:56
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Uma empresa britânica de tecnologia uma t-shirt capaz de transformar a energia do som em eletricidade. Dois dias de festival de música geram a energia suficiente para carrear dois smartphones.
A peça de roupa, chamada Sound Charge, utiliza a tecnologia de filmes piezoelétricos para captar o som.
Estes filme são, normalmente, encontrados em alti-falantes.
Depois, este filme funciona como um microfone, capaz de absorver as ondas sonoras. Estas ondas sonoras passam por uma compressão, com cristais de quartzo, e é transformada em eletricidade.
A criação capta sons, a partir de 80 decibéis, o equivalente ao som produzido numa rua movimentada, mas é ideal para espetáculos de música, onde o barulho é mais intenso.
EDP pode incorrer em "abuso de posição privilegiada no mercado" em campanha com Continente - BE
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- Publicado em quarta, 25 janeiro 2012 21:00
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Lisboa, 19 jan (Lusa) - O BE questionou hoje o Governo sobre uma campanha publicitária da EDP e do Continente, alegando que esta visa "angariar clientes" para um mercado liberalizado "ainda não ativo" e "sem concorrência" e que a elétrica pode incorrer num "abuso".
"A EDP e a cadeia de hipermercados Continente lançaram uma campanha publicitária que anuncia descontos em compras associados à fatura da eletricidade (10 por cento da fatura da EDP em compras no cartão Continente). O que a campanha publicitária não deixa claro em vários dos instrumentos publicitários é que o desconto obriga à assinatura de um novo contrato com a EDP, que tira o cliente da alçada da EDP Universal (com tarifa regulada) e o obriga a ser cliente da EDP no mercado liberalizado (sem tarifa regulada)", refere a pergunta do BE.
Na iniciativa, dirigida ao ministério da Economia, a deputada bloquista Catarina Martins considera que "existem razões para preocupação na forma como a EDP está a angariar clientes para um mercado liberalizado que não está ainda ativo e onde não tem ainda qualquer concorrente".
© 2012 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.
Fonte: http://www.google.com/hostednews/epa/article/ALeqM5je0fMP1o_s_8EWDHfvSZ6JChtOuA?docId=13655015


